O conceito da Epidemia Social
A Rede dos Facilitadores tem como objetivo principal promover a evolução da sociedade, para tal, acreditamos que somente através de uma epidemia social, ou seja, uma idéia, um conceito, uma convicção que seja transmitida de uma pessoa a outra numa progressão exponencial com força para gerar uma mudança nos comportamentos individuais e coletivos pode realizar uma mudança social. Portanto, trabalhamos com o princípio da "idéia vírus". Normalmente, o vírus possui um estado de equilíbrio no número de infectados, não aumenta nem diminui a quantidade de portadores. As epidemias são uma função das pessoas que transmitem agentes infecciosos, do agente infeccioso em si, e do ambiente em que esse agente atua. Quando uma epidemia se dissemina, quando ela perde o equilíbrio, alguma coisa aconteceu, houve alguma alteração em uma ou mais dessas áreas.
Trabalhamos com as 3 características de uma epidemia. A Regra dos líderes aborda o hospedeiro transmissor. O Fator de Fixação age no agente infeccioso. O Poder do Contexto engloba as variáveis do ambiente de atuação.
Regra dos Líderes
Existe o princípio econômico do 80∕20, que diz que 80% dos resultados são produzidos por 20% dos agentes. Numa sociedade, os grupos sociais são divididos por afinidades, ou seja, a tendência é que sejamos amigos de pessoas com quem fazemos coisas juntos, tanto quanto daquelas com quem nos parecemos. Porém, existem pessoas que transitam por diversos grupos sociais diferentes, um pequeno grupo com um talento extraordinário para fazer amigos e conhecidos, os Comunicadores. Esses poucos são os responsáveis pela maioria dos relacionamentos, podendo fazer uma idéia migrar de um grupo para outro.
Outro tipo de agente transmissor de uma idéia é o expert, que também possuem conhecimentos e habilidades que podem iniciar uma epidemia social, diferente dos comunicadores. O que os distingue, entretanto, não é o quanto sabem, mas como transmitem seu conhecimento. São pessoas que reúnem muita informação sobre determinado assunto e gostam de utilizar seu conhecimento para educar e ajudar o próximo.
Os experts são bancos de dados, reúnem informações e fornecem a mensagem. Os comunicadores são a cola social, aptos de fazer uma idéia transitar entre os mais diversos grupos sociais. Mas existe também um último tipo de hospedeiro transmissor importante, os vendedores, capazes de convencer, mesmo quando duvidamos do que estamos ouvindo.
A Rede dos Facilitadores tem como foco identificar, reunir e capacitar esses tipos de agentes que tem as habilidades para disseminar uma idéia a ponto de transformar uma realidade.
Fator de Fixação
O Fator de Fixação sugere que para conseguir deflagrar uma epidemia social é necessário que as idéias tenham de ser lembradas e nos fazer agir. As circunstâncias sutis que cercam a maneira como dizemos as coisas podem ser muito mais importantes do que aquilo que dizemos. O mundo moderno está saturado de informações (televisão, jornais, outdoors, revistas, internet), dificultando a fixação de qualquer mensagem. Por mais importante que seja o que estejamos dizendo, se o receptor não compreender essa importância para a sua vida, não se lembrará. Mas, existe uma forma simples de embalar uma informação que, nas devidas circunstancias, a torna irresistível.
A metodologia foi desenvolvida para contornarmos tal dificuldade. Na primeira fase do curso de formação, o estudo dirigido, as pessoas lêem e interpretam um texto em pequenos grupos, acompanhados por um facilitador. Uma pessoa somente pode fixar aquilo que compreende. Na segunda fase, as pessoas compreendem que podem fazer diferente e sua responsabilidade de construir seu futuro, a ação é para despertar a motivação. Na terceira fase, plano de ação, tem como objetivo levar ao entendimento da relação causa-efeito e o impacto na vida pessoal dos problemas sociais e mostrar uma alternativa simples e prática para que possam agir no sentido de atenuá-lo, buscando o entendimento da gravidade. A segunda etapa do Curso, a pesquisa de campo, foi desenvolvida para tornar a pessoa responsável por transmitir o conhecimento adquirido, consolidando, ou seja, fixando as informações. Quando essas se responsabilizam em transmitir os conhecimentos adquiridos no curso, aumenta a fixação do conteúdo e também, sentem-se agentes importantes do processo. Transformando a mensagem em ação. A terceira etapa visa à manutenção do movimento, consolidando a organização social e conquistando mais adeptos.
Poder do Contexto
As epidemias sociais são sensíveis às condições e circunstâncias do tempo e do lugar em que ocorrem. Não há nada mais poderoso do que uma idéia cujo seu tempo chegou. Atuaremos no ambiente social da comunidade, desenvolvendo atividades que aproximem as pessoas, promovam a cooperação, aprimorando o espírito de grupo, criando o contexto social ideal para a manutenção do movimento de mudança. Criaremos incentivos, como premiações, através de competições sadias entre os movimentos.
A Rede dos Facilitadores tem como objetivo principal promover a evolução da sociedade, para tal, acreditamos que somente através de uma epidemia social, ou seja, uma idéia, um conceito, uma convicção que seja transmitida de uma pessoa a outra numa progressão exponencial com força para gerar uma mudança nos comportamentos individuais e coletivos pode realizar uma mudança social. Portanto, trabalhamos com o princípio da "idéia vírus". Normalmente, o vírus possui um estado de equilíbrio no número de infectados, não aumenta nem diminui a quantidade de portadores. As epidemias são uma função das pessoas que transmitem agentes infecciosos, do agente infeccioso em si, e do ambiente em que esse agente atua. Quando uma epidemia se dissemina, quando ela perde o equilíbrio, alguma coisa aconteceu, houve alguma alteração em uma ou mais dessas áreas.
Trabalhamos com as 3 características de uma epidemia. A Regra dos líderes aborda o hospedeiro transmissor. O Fator de Fixação age no agente infeccioso. O Poder do Contexto engloba as variáveis do ambiente de atuação.
Regra dos Líderes
Existe o princípio econômico do 80∕20, que diz que 80% dos resultados são produzidos por 20% dos agentes. Numa sociedade, os grupos sociais são divididos por afinidades, ou seja, a tendência é que sejamos amigos de pessoas com quem fazemos coisas juntos, tanto quanto daquelas com quem nos parecemos. Porém, existem pessoas que transitam por diversos grupos sociais diferentes, um pequeno grupo com um talento extraordinário para fazer amigos e conhecidos, os Comunicadores. Esses poucos são os responsáveis pela maioria dos relacionamentos, podendo fazer uma idéia migrar de um grupo para outro.
Outro tipo de agente transmissor de uma idéia é o expert, que também possuem conhecimentos e habilidades que podem iniciar uma epidemia social, diferente dos comunicadores. O que os distingue, entretanto, não é o quanto sabem, mas como transmitem seu conhecimento. São pessoas que reúnem muita informação sobre determinado assunto e gostam de utilizar seu conhecimento para educar e ajudar o próximo.
Os experts são bancos de dados, reúnem informações e fornecem a mensagem. Os comunicadores são a cola social, aptos de fazer uma idéia transitar entre os mais diversos grupos sociais. Mas existe também um último tipo de hospedeiro transmissor importante, os vendedores, capazes de convencer, mesmo quando duvidamos do que estamos ouvindo.
A Rede dos Facilitadores tem como foco identificar, reunir e capacitar esses tipos de agentes que tem as habilidades para disseminar uma idéia a ponto de transformar uma realidade.
Fator de Fixação
O Fator de Fixação sugere que para conseguir deflagrar uma epidemia social é necessário que as idéias tenham de ser lembradas e nos fazer agir. As circunstâncias sutis que cercam a maneira como dizemos as coisas podem ser muito mais importantes do que aquilo que dizemos. O mundo moderno está saturado de informações (televisão, jornais, outdoors, revistas, internet), dificultando a fixação de qualquer mensagem. Por mais importante que seja o que estejamos dizendo, se o receptor não compreender essa importância para a sua vida, não se lembrará. Mas, existe uma forma simples de embalar uma informação que, nas devidas circunstancias, a torna irresistível.
A metodologia foi desenvolvida para contornarmos tal dificuldade. Na primeira fase do curso de formação, o estudo dirigido, as pessoas lêem e interpretam um texto em pequenos grupos, acompanhados por um facilitador. Uma pessoa somente pode fixar aquilo que compreende. Na segunda fase, as pessoas compreendem que podem fazer diferente e sua responsabilidade de construir seu futuro, a ação é para despertar a motivação. Na terceira fase, plano de ação, tem como objetivo levar ao entendimento da relação causa-efeito e o impacto na vida pessoal dos problemas sociais e mostrar uma alternativa simples e prática para que possam agir no sentido de atenuá-lo, buscando o entendimento da gravidade. A segunda etapa do Curso, a pesquisa de campo, foi desenvolvida para tornar a pessoa responsável por transmitir o conhecimento adquirido, consolidando, ou seja, fixando as informações. Quando essas se responsabilizam em transmitir os conhecimentos adquiridos no curso, aumenta a fixação do conteúdo e também, sentem-se agentes importantes do processo. Transformando a mensagem em ação. A terceira etapa visa à manutenção do movimento, consolidando a organização social e conquistando mais adeptos.
Poder do Contexto
As epidemias sociais são sensíveis às condições e circunstâncias do tempo e do lugar em que ocorrem. Não há nada mais poderoso do que uma idéia cujo seu tempo chegou. Atuaremos no ambiente social da comunidade, desenvolvendo atividades que aproximem as pessoas, promovam a cooperação, aprimorando o espírito de grupo, criando o contexto social ideal para a manutenção do movimento de mudança. Criaremos incentivos, como premiações, através de competições sadias entre os movimentos.
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